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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Dilma Rumo a Vitoria ela tem 53%, e Serra, 47%, aponta Ibope

SÃO PAULO - O Ibope divulgou nesta quarta-feira (13), pesquisa de intenção de voto para o segundo turno da eleição presidencial que mostra Dilma Rousseff (PT) com 53% dos votos válidos (que excluem brancos, nulos e eleitores indecisos), e José Serra (PSDB), com 47%.





Com a margem de erro, de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, Dilma pode ter de 51% a 55%, e José Serra, de 45% a 49%.





Levando em conta os votos totais (que incluem brancos, nulos e eleitores indecisos), a vantagem de Dilma para Serra também é de seis pontos percentuais. Segundo o Ibope, ela tem 49%, e Serra, 43%. Com a margem erro, a petista pode oscilar de 47% a 51%. O tucano, por sua vez, pode ter de 41% a 45%. Brancos e nulos somaram 5%, e indecisos, 3%.





A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. O Ibope ouviu 3.010 eleitores entre segunda-feira (11) e esta quarta (13).





A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 35660/2010.





Comparação





O Ibope informou que a pesquisa permite comparações com as sondagens realizadas antes do primeiro turno, mas com ressalvas. Segundo o instituto, nas pesquisas feitas antes de 3 de outubro, a pergunta sobre a intenção de voto no segundo turno era hipotética. Hoje, é uma situação real.





Na simulação de segundo turno divulgada no dia 2 de outubro, a diferença entre os dois candidatos era de 14 pontos percentuais. Agora, a diferença é de seis pontos.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Novos deputados querem participar das discussões sobre eleição da Presidência da Assembleia

Um grupo de 14 deputados eleitos alinhados ou simpáticos ao grupo liderado pela governadora Roseana Sarney (PMDB) se reuniram na semana passada para iniciar as discussões sobre a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa. Nesta quarta-feira, eles se encontram novamente em  jantar na casa de Edilázio Júnior (PV), um dos organizadores do movimento, para aprofundar as discussões.   

Alexandre e Rogério Cafeteira: novatos querem espaços na Assembleia
Os parlamentares querem ser ouvidos e ter participação na nova mesa-diretora e nas comissões técnicas da Casa. Eles reconhecem ainda não possuírem experiência suficiente para disputar a presidência, mas tudo vai depender da reunião desta quarta-feira.  
 ”É uma reunião para unificar nosso discurso, mas tudo pode acontecer. Quem sabe a gente não lance um candidato a presidente? E se a gente se juntar com a oposição? O problema é que os deputados reeleitos não falam com os novatos. Somos deputados iguais a eles. O voto é o mesmo”, disse um dos novos parlamentares ao blog pedindo para ficar no anonimato.   
Rogério Cafeteira (PMN), um dos cabeças do movimento, diz que o objetivo “é a gente se unir e ter peso na eleição”. Já Alexandre Almeida (PTdoB) afirma que o propósito “não é peitar ninguém”. “Somos calouros e estamos nos unindo para sermos bem tratados. Temos um peso grande nessa eleição e queremos ocupar nossos espaços”, explicou.   
Roberto Costa (PMDB) é outro que engrossa o movimento. Ele diz que um dos problemas do grupo Sarney é não apostar para valer nas novas lideranças aliadas. Ele criticou o fato de aliados da governadora tentarem fazer, no início do ano, o deputado Flávio Dino (PCdoB) candidato a senador pelo grupo.   
Os 14 novos deputados que participam do movimento são: Edilázio Júnior (PV), Roberto Costa (PMDB), Vianey Bringel (PMDB), Edson Araújo (PSL), Leo Cunha (PSC), Jota Pinto (PR), Dr. Pádua (PP), Jota Pinto (PR), Carlinhos Florêncio (PHS), Zé Carlos da Caixa (PT), Francisca Primo (PT), Eduardo Braide (PMN), André Fufuca (PSDB) e Neto Evangelista (PSDB).   
Destes, 10 já confirmaram presença no jantar.
Fonte Blog do Decio Sá

A turma da zoada e sem-votos

Durante a campanha muitos candidatos fizeram uma zoada danada, mas as urnas não foram generosas com essas figuras. Muito barulho por nada! Veja os principais exemplos:
Deputado Federal
Alexandra Tavares (PSB) – 16. 240 votos
Tati Lima Palácio (PCdoB) – 13.807 votos
Altema Lima (PPS) – 13.963 votos
Professor Carvalho (PCdoB) – 7.622 votos
Portelada (PCdoB) – 5. 191 votos
Djane Alves Silva (PDT) – Irmã do deputado Davizinho – 5.067 votos
Josemar Pinheiro (PDT) – 5.039 votos
Biné (PCB) – 3.382 votos
Nonato Chocolate (PT) – 2.351 votos
Celso Pinho (PSDB) – 2.107 votos
Pedro Jarbas (PTdoB) – 1.342 votos
Jesuino Barros (PRP) – 1.226 votos
Manoel Leão (PRTB) – 1.016 votos
Carlinhos do Maranhão (PRTB)- 757 votos
Ricardo Marques (PMDB) – 361 votos.

Deputado Estadual
Luciano Genésio (PCdoB) – 13.132 votos
Canindé (PSL) – 13.113 votos
Erico Carvalho (PSDB) – 12.791 votos
Araújo Neto (PTdoB) – 11.846 votos
Fransuila (PT) – 11.198 votos
Júlio Guterres – 8.105 votos
Vagner Pessoa (PT do B) – 7.834 votos
Genilson Alves (PT) – 6.684 votos
Sirlan Sousa (PP) – 5.875 votos
Bebeto Telles (PDT) – 5.684 votos
Antonio Erismar (PT) 5.440 votos
Ferreirinha da Estrela do Som (PSL) – 5.244 votos
Kleber Gomes (PT)- 4.203 votos
Anibal (PC do B) – 2.934 votos
Luiz Pedro (PTC)- 2.245 votos
Joab (PT) – 2.205 votos
Ramon Zapata (PSTU)- 2.083 votos
Nilton Obama (PSB) – 1.122 votos
Almir Bruno (PT) – 1.050 votos
Ronnald Kelps (PSOL) – 596 votos
Lamparina (PRTB) – 482 votos
Eri Castro (PT) – 376 votos
Márcio Jardim – 218 votos
Reinaldo Companheiro (PT) – 13 votos
Irene Silva (PT) – 3 votos.


FONTE DECIO SÁ

EDSON LOBÃO PODE SER O CANDIDATO A PRESIDÊNCIA DO SENADO



O ex-ministro de Minas e Energia e senador reeleito Edison Lobão (PMDB) é o nome mais forte para substituir ao colega José Sarney (PMDB) na presidência do Congresso Nacional.

A especulação é das agências de notícias, que já analisam a corrida pelo comando das casas legislativ as em fevereiro.
De acordo com as agências Lobão ganhará ainda mais força, no caso da eleição da petista Dilma Rousseff para a presidência da República.
Mas Lobão é cotado também para reassumir um minsitério num eventual governo Dilma.
O PMDB, que elegeu 19 senadores, só não continuará no comando do Senado se abrir mão do posto, numa composição com o PT.
A eleição no Senado será em fevereiro de 2011…

Informações do jornalista Marco D'erça.

45% DE RENOVAÇÃO DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO MARANHÃO


Acompanhando a tendência de eleições anteriores, a Assembleia Legislativa maranhense apresentou 45% de renovação nas eleições de domingo passado. Dos 42 deputados eleitos, apenas 24 exerciam mandato este ano. Já na bancada na Câmara dos Deputados, a mudança de nomes foi de 33% – seis das 18 legislaturas são novas.


Tanto no parlamento estadual quanto no federal, a maioria dos representantes maranhenses é da base governista. Do total de eleitos para a Assembleia Legislativa, 30 deputados apoiam a governadora reeleita Roseana Sarney (PMDB-MA), contra 12 de partidos de oposição.


Na Câmara Federal, 13 dos 18 candidatos eleitos compunham a coligação “O Maranhão não pode parar”, que elegeu Roseana.


O grande percentual de modificação dos componentes da Assembleia Legislativa maranhense deve-se também ao fato de que dez dos 18 ex-deputados optaram por não concorrer no pleito deste ano, alguns por incidirem na Lei Ficha Limpa e outros por terem decidido encerrar a carreira política, como é o caso de Helena Heluy (PT-MA), que encerra o terceiro mandato como deputada estadual junto com a vida política. (iG)


Assembléia Legislativa


Base governista: Ricardo Murad (PMDB), Raimundo Cutrim (DEM), Max Barros (DEM), Vianey Bringel (PMDB), Edilázio (PV), Victor Mendes (PV), César Pires (DEM), Rigo Teles (PV), Roberto Costa (PMDB), Stênio Rezende (PMDB), Afonso Manoel (PMDB), Arnaldo Melo (PMDB), Manoel Ribeiro (PTB), Hemetério Weba (PV), Carlos Filho (PV), Antônio Pereira (DEM), Tatá Milhomem (DEM), André Fufuca (PSDB), Edson Araújo (PSL), Carlinhos Florêncio (PHS), Rogério Cafeteira (PMN), Marcos Caldas (PRB), Eduardo Braide (PMN), Hélio Soares (PP), Léo Cunha (PSC), Dr. Pádua (PP), Francisca Primo (PT), Zé Carlos (PT), Jota Pinto (PR) e Alexandre Almeida (PTdoB).


Base de oposição: Gardênia Castelo (PSDB), Neto Evangelista (PSDB), Valéria Macedo (PDT), Camilo Figueiredo (PDT), Graça Paz (PDT), Carlinhos Amorim (PDT), Cleide Coutinho (PSB), Luciano Leitoa (PSB), Marcelo Tavares (PSB), Eliziane Gama (PPS), Rubens Pereira Jr. (PCdoB) e Bira do Pindaré (PT).


Por John Cutrim

SENADOR DO PSOL ELEITO NO AMAPÁ, RANDOLFE RODRIGUES, É O MAIS JOVEM DO PAÍS


Aos 36 anos de idade, Randolfe Rodrigues (PSOL) foi eleito o senador mais jovem do Brasil e o mais votado no Amapá, deixando para trás políticos experientes - com e sem mandatos - como o ex-governador e ex-senador João Capiberibe (PSB) e os senadores Gilvam Borges (PMDB) e Papaléo Paes (PSDB). Randolfe teve 203.259 votos (38,24%), quase o dobro do segundo colocado, Gilvam Borges (PMDB), que teve 121.015 votos. Entre Randolfe e Borges ficaram os votos nulos: 173.511.

A coordenação da campanha dele diz acreditar que a grande quantidade de votos nulos foi uma reação do eleitor à "campanha sórdida" que foi feita contra Randolfe pelos adversários, o que teria levado grande parte dos eleitores a anular a segunda opção. O senador nasceu em Garanhuns (PE), terra natal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aos 8 anos de idade mudou-se com a família para o Amapá. Criança, ele acompanha o pai Januário Martins nas reuniões do PT. Seu pai é sindicalista e um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores no Estado.

Tão logo atingiu a maioridade, Randolfe filiou-se ao PT e, em 1998, candidatou-se a deputado estadual e foi eleito, tendo sido reeleito em 2002. Em 2005, mudou-se para o PSOL por não concordar com os rumos que o PT estava tomando nacionalmente, envolvido em escândalos como o do mensalão.

Ele liderou no Amapá o movimento dos "caras-pintadas" que exigiu o impeachment de Fernando Collor. "Agora vamos nos encontrar no Senado, mas aviso que continuo com os mesmos ideais de quando eu era cara-pintada", disse. Em 2009, Randolfe liderou no Amapá o movimento "Fora Sarney". Para Sarney, ele também manda um recado, dizendo que continua tendo posições políticas diferentes às do ex-presidente da República. O senador eleito pelo PSOL é professor universitário, historiador, bacharel em Direito e mestre em Políticas Públicas.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

TSE cassa Cleber Verde; Davizinho ocupará vaga

Em primeira mão às 20h10. Eleito com 126 mil votos, o deputado Cleber Verde (PRB) acaba de ser cassado pelo TSE por 6 votos a 1. Seus votos devem ser anulados.







Ele foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa por ter sido demitido a bem do serviço público quando era funcionário do INSS. Ele deve recorrer ao Supremo Tribunal Federal.



Com a decisão, será feito novo cálculo para a definição dos eleitos (veja aqui no blog do deputado Joaquim Haickel). O primeiro suplente Davi Alves Silva Júnior (PR) deve ficar com a vaga. O ex-secretário Chiquinho Escórcio (PMDB) vai para a primeira suplência.



O relator do processo foi o ministro Hamilton Carvalhido. Cleber Verde só teve o voto do ministro Marco Aurélio Mello, assumidamente contra a Lei da Ficha Limpa.



Cleber Verde foi impugnado pelo Ministério Público Eleitoral por ter sido afastado do INSS em 2003 acusado de inserir dados falsos no sistema do órgão.



Durante o julgamento dele pelo TRE, em julho, o advogado Flávio Eduardo defendeu que o parlamentar já havia cumprido a pena, apesar de estar recorrendo da decisão.



Afirmou que ele poderia inclusive participar de concurso público e estar ali no tribunal como membro do Ministério Público, por exemplo. O TRE acatou os argumentos e deferiu o registro do deputado.



No STF, o assunto é polêmico. Ao analisar o caso do ex-governador de Brasília Joaquim Roriz (PSC), os ministros não fecharam questão sobre a constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa para as eleições deste ano. A votação acabou empatada em 5 a 5.